O Boletim - Fevereiro/2006 - ANO XLVIII - Nº 579


• REFLEXÕES COM BEZERRA
• EDITORIAL
• PARA LER E REFLETIR
• LIVRO DO MÊS
• MOMENTO DE POESIA
• VULTO DO MÊS
• PÁGINA AO JOVEM
• NO MUNDO DO ESPERANTO
• LEMBRETE FRATERNO
• NOTÍCIAS
  



Bezerra convida-nos à reflexão

A LEI E O HOMEM

 

 

 

A Lei é eterna como o Pai.
Poderosa e simples grande e eloqüente, em atividade constante como o Criador de todas as coisas.
No infinito os corpos celestes estão submetidos às leis infalíveis e sustentados nos espaços sóis de incalculável beleza, de grandiosidades estupendas obedecem a uma ordem permanente: a Lei do Criador.
Na Terra, a Lei portentosa impera igualmente, ostentando sua força na Natureza, fazendo crescer florestas, surgir mares, minerais, animais.
Se há uma fuga à Lei da Natureza, as aberrações de todos os matizes surgem, atestando a indisciplina da forma.
A Lei vem do Pai e trabalha com o Pai, metodizando a vida em todo o Universo.
É sustentáculo, é roteiro, é luz, é disciplina em ação.
Tudo vive, movimenta-se e trabalha, cresce e progride sob a força da Lei.
Nada foge ao domínio poderoso das Leis que regem a criação. Desde a planta humilde, a pedra simples, até aos sóis que rolam rutilantes de beleza pela eternidade, tudo palpita, vibra e evolui com a Lei que dimana do Pai santo e poderoso.
O homem igualmente vive sob o poder da Lei.
Desde os primórdios de sua existência a Lei o dirige, ampara, vigia, segue, sustenta, orienta e ilumina, e encaminha para a sua destinação: Deus.
A fuga à Lei, condiciona aberrações no corpo astral, traduzidas mais tarde, em deformidades físicas no corpo denso de carne, a fim de se reajustar o espírito imortal às Leis que foram violadas.
É a Justiça e a Misericórdia  Divina em ação, constituídas de Leis que emanam do Excelso Amor.
Consultado o Mestre de Nazaré sobre as Leis de Deus e a dos homens, respondeu sabiamente, pontificando o roteiro justo: A César o que é de César, a Deus o que é de Deus.
Mais tarde, interrogado sobre as Leis e os profetas, resumiu os deveres sagrados dos homens em simples enunciado: Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a vós mesmos.
O homem, pois, está sob o império da Lei.
A fuga ao dever simples, cotidiano ou ao amor do próximo, lhe acarreta provas imprevisíveis, porquanto a Lei o segue onde quer que esteja.
Em si mesmo, brilha como um sol portentoso a lhe indicar o caminho, a consciência.
Fala-lhe ao coração das belezas do dever cumprido, ajusta-o quando impelido ao arrependimento ou ao remorso, condena-o quando existe fuga deliberada, às Leis sagradas e eternas.
Vigilantes no caminho da oração e do amor ao próximo, mantenhamos acesas a chama da fé viva em nosso espírito, agindo de conformidade com os ensinos do Grande Mestre da Luz, para que possamos, um dia, usufruir a paz nos planos imortais da vida superior.

Deus nos abençoe.

Bezerra

Fonte: PAIVA, Maria Cecília. Veleiro de Luz. 2.ed.Rio de Janeiro, RJ:Editora Espiritualista Ltd. p. 21

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EDITORIAL

Mais uma vez a cronologia terrena nos oferece uma oportunidade para refletirmos.
Estamos entrando em um ano novo e por que não pensarmos um pouco em nossa vida? Como estamos convivendo com a nossa cidadania, com os propósitos que certamente tivemos ao se iniciar o ano que acabou? Em que melhoramos diante da necessidade reconhecida de melhorarmos o nosso padrão cristão?
Jesus nos ensina que os aceitos no reino do céu serão os que atenderem à vontade do Pai e não os que disfarçam um sentimento que ainda não atingiu a plena sinceridade, e esta é a palavra mágica que nos leva à boa pratica cristã : Sinceridade.
Renovar os melhores propósitos é uma atitude sadia, pensar em retomar alguns projetos que ficaram apenas nas intenções, repensar pequenas mágoas, fúteis desavenças, tudo pode ser entendido sob uma nova ótica, se o coração, sinceramente, analisar como podemos melhorar nossa presença neste mundo.
Somos tão abençoados... Temos os escritos dos amigos espirituais, a generosidade de almas sublimadas, como Bezerra de Menezes, a dividirem conosco suas experiências de vida e progresso, mostrando que nossa teimosia é muito pequena ante a realidade.
Bezerra nos mostra a importância de cada vez mais buscarmos refúgio na oração, de nos harmonizarmos ante a luz universal para que possamos merecer a sintonia com aqueles que nos darão força e coragem ante as dificuldades e desafios.
No Evangelho Segundo o Espiritismo, livro básico de nossa conduta, vamos encontrar o Espírito Simeão , num belíssimo texto, a nos exortar para a prática de boas obras e dando os critérios para que sejamos reconhecidos como cristãos. ( ESE - Cap.XVIII: 16)
Sob a luz da sinceridade, esta é uma boa oportunidade para revermos a nossa vida, continuarmos com os objetivos anteriores e acrescentarmos novas metas.

Afinal, ninguém desconhece que, quando o nosso Pai, segundo Sua lei, nos julgar, vai nos abençoar pelas nossas boas obras, mas prestará muita atenção naquilo que deixamos de fazer, esperando, pacientemente, que completemos nossa ação, para que Ele complete Sua bênção.

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MOMENTO DE POESIA

DEUS

Quem, senão Deus, criou obra tamanha,
O espaço e o tempo, as amplidões e as eras,
Onde se agitam turbilhões de esferas,
Que a luz, a excelsa luz, aquece e banha?
                                                                                                            
Quem, senão ELE fez a esfinge estranha
No segredo inviolável das moneras,
No coração dos homens e das feras,
No coração do mar e da montanha?!

Deus!... somente o Eterno, o Impenetrável,
Poderia criar o imensurável
E o Universo infinito criaria!..

Suprema paz, intérmina piedade,
E que habita na eterna claridade

Das torrentes da Luz e da Harmonia!

Antero de Quental

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Parnaso de Além Túmulo. 13. ed. Rio de Janeiro, RJ:  FEB. p.68

   

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LIVRO DO MÊS

ENFOQUES DOUTRINÁRIOS.

Reflexões sobre O Livro dos Espíritos e o Evangelho segundo o Espiritismo. Por Danilo Carvalho Villela. Rio de Janeiro, RJ: Lar Fabiano de Cristo, 2005

A obra reúne os artigos de fundo escritos pelo autor no semanário SEI – Serviço Espírita de Informações, sucedendo a Sylvio Xavier. No prefácio da obra, assim se expressa César Soares dos Reis: “Quando, hoje, Danilo os escreve, é como se o passado voltasse, em termos de responsabilidade. Mas é também o futuro que se constrói, vivo, distribuído em favor dos homens da Terra (...).”
São páginas que abordam questões profundas, que oferecem orientação segura para as nossas atitudes e nos convidam ao estudo e aprofundamento das obras básicas do Espiritismo.

AMIGO LEITOR: Leia e medite. Estude e vivencie as lições recebidas.
 


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VULTO DO ESPIRITISMO

CAMILLE FLAMMARION

 
 

Nascido em Montigny , França, no dia 26 de fevereiro de 1842 e desencarnado, em Juvíssy, no mesmo país, a 4 de junho de 1925, Flammarion foi um homem cujas obras encheram de luzes o século XIX. Aos quatro anos de idade já sabia ler, aos quatro e meio sabia escrever e aos cinco já dominava rudimentos de gramática e aritmética. Tomou-se o primeiro aluno da escola onde freqüentava.
Para que ele seguisse a carreira eclesiástica, puseram-no a aprender latim com o vigário Lassaile. Aí Flammarion conheceu o Novo Testamento e a Oratória. O padre Mirbel falou da beleza da ciência e da grandeza da Astronomia e mal sabia que um de seus auxiliares lhe bebia as palavras. Esse auxiliar era Camille Flammarion, aquele que iria ilustrar a letra e a significação galo-romana do seu nome — Flammarion: “Aquele que leva a luz”.

 

Nas aulas de religião era ensinado que uma só coisa é necessária: “a salvação da alma”, e os mestres falavam: “De que serve ao homem conquistar o Universo se acaba perdendo a alma?”. Camille encontrou serviço de aprendiz de gravador, recebendo como parte do pagamento casa e comida. Pretendia completar seus estudos, principalmente a matemática, a língua inglesa e o latim. Queria obter o bacharelado e por isso estudava sozinho a noite. Trabalhava de 15 a 16 horas por dia. Ingressou na Escola de desenho dos frades da Igreja de São Roque. Tinha os domingos livres e tratou de ocupá-los. Nesse dia assistia às conferências feitas pelo abade sobre Astronomia. Em seguida tratou de difundir as associações dos alunos de desenho dos frades de São Roque, todos eles aprendizes residentes nas vizinhanças. Seu objetivo era tratar de ciências, literatura e desenho, o que era um programa um tanto ambicioso.
Aos 16 anos de idade, Camille Flammarion foi presidente da Academia, a qual, ao ser inaugurada, teve como discurso de abertura o tema As Maravilhas da Natureza. Nessa mesma época escreveu O Mundo antes da Aparição dos Homens. Um domingo desmaiou no decorrer da missa, por sinal, um desmaio muito providencial. O doutor Edouvard Fornié foi ver o doente. Em cima da sua cabeceira estava um manuscrito do livro Cosmologia Universal. Após ver a obra, achou que Camille merecia posição melhor. Prometeu, então, colocá-lo no Observatório de Paris, onde ficou até 1862. Publicou, no mesmo ano, a obra Pluralidade dos Mundos Habitados, atraindo a atenção de todo o mundo estudioso. Pela publicação de sua Astronomia Popular, recebeu da Academia Francesa, no ano de 1880, o prêmio Montyon. Tornou-se espírita convicto, foi amigo pessoal e dedicado de Allan Kardec, sendo o orador designado para proferir as últimas palavras à beira do túmulo do Codificador do Espiritismo, a quem denominou o bom senso encarnado.
Suas obras, de uma forma geral, giram em torno do postulado espírita - da pluralidade dos mundos habitados - e são as seguintes: Os Mundos Imaginários e os Mundos Reais, As Maravilhas Celestes, Deus na Natureza, Estudos e Leitura sobre Astronomia, O Mundo antes da Criação do Homem, As Casas Mal-Assombradas, Narrações do Infinito, Sonhos Estelares, Urânia, Estela, A Morte e seus Mistérios, Problemas Psíquicos,  O Fim do Mundo e outras.

Camille Flammarion, segundo Gabriel Delanne, foi um filósofo enxertado em sábio, possuindo a arte da ciência e a ciência da arte. F!ammarion — “poeta dos Céus”, como o denominava Michelet —. tornou-se baluarte do Espiritismo, pois, sempre coerente com suas convicções inabaláveis, foi um verdadeiro idealista e inovador.

 

Texto completo em  GODOY, Paulo Alves. Grandes Vultos do Espiritismo. 2.ed. São Paulo, SP. FEESP. Julho 1990. p.67

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LEMBRETE FRATERNO

Reflexões sobre as Mensagens de Jesus

 
 

Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não
andará em trevas, mas terá a luz da vida
.”
“. Jesus (João, 8 : 12)

 

A grande constante da mensagem cristã são as promessas que Jesus estabelece para tantos quantos queiram ouvi-Lo e praticar suas posturas.
As promessas do Nazareno são a certeza de que temos um mundo a conquistar, não o mundo limitado em que vivemos, palco de nossa luta por um destino melhor, mas o mundo interior, aquele que, através de nossa consciência, se interliga com o universo de verdades que se descortina para aqueles que querem enxergar além dos limites da visão humana.
O discurso de Jesus, ao longo do seu magistério, é um convite à reflexão, à meditação profunda sobre o nosso caminho e nossos merecimentos... O convite que recebemos do Salvador refere-se a um jugo leve, refere-se à necessidade de perdoarmos para sermos perdoados, fala que precisamos dar amor uns aos outros e promete que aquele que O seguir, não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
Mas, onde está a luz da vida? Será que se irradia nos templos suntuosos, onde se glorifica a Deus sob uma ótica presunçosamente humana? Ou nos astros como o Sol? Ou ainda, na irreverência com que são tratadas, muitas vezes, as coisas de Deus? Certamente que não.
A luz da vida é própria de cada coração que emerge da consciência de estar cumprindo com a vontade de Deus, e isto não é só bendizer o Seu nome, mas, sobretudo dignificá-Lo, não é apenas dizer: Sou cristão! Mas testemunhar em atos e pensamentos, a atitude interior de entrega, de fé incondicional e de felicidade no que faz e crê.
Cristianismo é exemplo, Jesus é o nosso modelo, a nós outros cabe a busca da luz que nos dignifique e nos faça procurar e entender os exemplos melhores.
O Sublime Nazareno nos ensinou sua hierarquia ao se denominar a Luz do Mundo, pois quem melhor que Ele para mostrar o caminho da felicidade? Não se pode presumir qualquer pretensão do Cristo ao se dizer “luz”. Ele apenas procurou traduzir que a verdadeira fonte de Sua grandeza era o Pai, o que está muito claro no Evangelho de João, quando no diálogo com os fariseus, o Mestre informou que não estava sozinho e sim, com o Pai que O havia enviado.
Todavia, Jesus apresenta luz própria, mostrada através do Seu exemplo... É aquela luz interior, conquistada pela sua trajetória evolutiva e que está ao alcance de todos nós – daí o seu místico caráter de exemplo incontestável – quando interpretamos a Sua promessa chamando a quem O seguir, para a luz da vida, longe das trevas.
As promessas de Jesus devem ser para nós, um farol, um guia seguro para o nosso projeto de vida e é nesse mister que encontraremos a certeza de uma escolha feliz.
Pelo livre-arbítrio, somos os artífices do nosso mundo interior e iluminá-lo ou deixá-lo nas trevas é uma escolha a fazer e uma responsabilidade a assumir, já que uma não libera a outra.

Busquemos na sublime mensagem do Amado Jesus, renascida na codificação de Kardec, a melhor inspiração para o nosso caminho, elaborando internamente, com lágrimas de alegria e fé, a certeza de que também estamos produzindo a nossa luz, frágil, tímida, mas plena de vida e amor, como o Mestre espera de nós.

Assaruhy Franco de Moraes

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PÁGINA AO JOVEM

 
   

HUMILDADE DE ESPIRITO

A humildade é o ingrediente indefinível e oculto sem o qual o pão da vida amarga invariavelmente na boca.
Amealharás recursos amoedados a mancheias, entretanto, se te não dispões a usá-los, edificando o conforto e a alegria dos outros, na convicção de que todos os bens pertencem a Deus, em breve converter-te-ás em prisioneiro do ouro que amontoaste, erguido, assim, à feição de teu próprio cárcere.
Receberás precioso mandato de autoridade entre as criaturas terrestres, no entanto, se não procuras a inspiração do Senhor para distribuir os talentos da justa fraternidade, como quem está convencido de que todo o poder é de Deus, transformar-te-ás, pouco a pouco, no empreiteiro inconsciente do crime, por favoreceres a própria ilusão, buscando o incenso a ti mesmo na prática da injustiça.
Erguerás teu nome no pedestal da cultura, contudo, se te não inclinas à Sabedoria da Eternidade, acendendo a luz em benefício de todos, como quem não ignora que toda inteligência é de Deus, depressa te rojas ao chavascal da mentira, angariando em teu prejuízo a embriaguez da vaidade e a introdução à loucura.
Lembra-te de que a Bondade Celeste colocou a humanidade por base de todo o equilíbrio da Natureza.
O sábio que honra a ciência ou o direito não prescinde da semente que lhe garante a bênção da mesa.
O campo mais belo não dispensa o fio d’água que lhe fecunda o seio em dádivas de verdura.
E o próprio Sol, com toda a pompa de seu magnificente esplendor, embora fulcro de criação, converteria o mundo em pavoroso deserto, não fosse a chuva singela que lhe ambienta no solo a força divina.
Não desdenhes, pois, servir, aprendendo com o Mestre Sublime, que realizou o seu apostolado de amor entre a manjedoura desconhecida e a cruz da flagelação, e serás contado entre aqueles para os quais    ele mesmo pronunciou as inesquecíveis palavras:

“Bem-aventurados os humildes de espírito, por que a eles mais facilmente se descerrarão as portas do Céu”.

Emmanuel   

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Intervalos. Matão, SP:Casa Editora O CLARIM. 1981 p. 43

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NO MUNDO DO ESPERANTO

“La paco de Jesuo estu en la koroj de niaj karaj gefratoj”

DISPARIDADE DE LINGUAGEM E SEPARAÇÃO DOS ESPÍRITOS

 

Nas linhas inferiores da Terra, os seres de caráter rudimentar, pelo primitivismo das manifestações que  os singularizam, correspondem-se facilmente uns com os outros.
Os bovinos de uma pastagem síria berram de modo análogo aos brutos da mesma espécie numa estância chilena, e o gemido de um cão em Londres é idêntico, em tudo, ao choro esganiçado de um cão em Tóquio.
Do fonema, porém, à linguagem articulada, vigem milhares de séculos, marcando a peregrinação da inteligência.
Se o animal, diante do homem, está limitado ao cubículo da interjeição, o homem, perante o anjo, ainda está preso ao cárcere verbalístico.

.

 

Por essa razão, entre as criaturas encarnadas e entre as criaturas desencarnadas, apesar da reflexão mental inconteste, a linguagem é veículo ao plasma criador do pensamento, estendendo-o ou enquistando-o, conforme o raio de ação em que se demarca.
As conquistas de um povo estão, desse modo, encerradas com ele, em seu mundo idiomático, retardando-se, indefinidamente, a permuta providencial que faria das nações mais cultas, mentoras diretas das que respiram na retaguarda.

À face disso, o Oriente e o Ocidente sempre nutriram entre si profundas antinomias e raças diversas se digladiam, desde longevas civilizações, restritas à faixa das idéias que lhes são próprias, cristalizadas na hegemonia política ou religiosa, mantendo guerras periódicas de perseguições e extermínio, em que largas possibilidades de tempo são sacrificadas ao deserto do afastamento, no qual a ignorância se converte em perigoso verdugo, embora os princípios redentores, formulados pelos pioneiros da evolução, convocando as pátrias terrestres ao aprimoramento e à fraternidade, repousem nas bibliotecas preciosas e bolorentas, à feição de mortos ilustres.

 

 Fonte XAVIER, Francisco C. A Língua que Veio do CéuO que os espíritos dizem do Esperanto. Texto de  Francisco Valdomiro Lorenz

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NOTÍCIAS
- DO CEBM

• Visite o nosso site: www.bezerramenezes.org.br. Assim, poderá ter o Centro em seu lar durante 24 horas. Apresente sugestões para que possamos melhor direcioná-lo a você.

• Prezado irmão associado: “Para os trabalhos espirituais da Casa, é indispensável a união de pensamentos. Para os trabalhos materiais, basta a união nos pagamentos.” Coopere com nossa casa mantendo em dia suas mensalidades. Delas dependem nossas tarefas assistenciais e de manutenção dos prédios.

• Continuemos a colaborar com o  Departamento de Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita  que continua realizando a campanha do leite em pó e alimentos não perecíveis .Assim estaremos ajudando àqueles que procuram nossa Casa para suprir suas necessidades materiais.

• Seu coração amigo permitiu que as obras de manutenção nossa Casa tivessem início mas agora,  precisam prosseguir, e, mais uma vez  estamos abertos à sua colaboração. Procure-nos.

• As reuniões de Educação Espírita Infanto-Juvenil e da Família já se iniciaram, aos sábados, de 14:30 às 17:00.
   As inscrições estão abertas para crianças, jovens e responsáveis.

 

Não esperes ocasião favorável para a resposta aos apelos do Bem.
Todo dia é tempo de semear.”
(Emmanuel)

 

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PARA LER REFLETIR

• “Se o homem se ressente de seus atos cheios de sombras, cabe a ele mesmo reerguer-se para a luz de Deus, a fim de construir em sua consciência a cidadela de paz que o mundo deseja. Somente com o desenvolvimento do amor em níveis mais elevados, conseguirá o homem construir a sociedade livre das mazelas que assolam os povos e retardam o progresso. Confiemos, porém, no amor do Pai, oferecendo nossos esforços, em nosso campo de atuação, para que a luz que todos desejamos venha a nascer em nosso próprio coração.”  (Scheilla)
• “O amor é sempre o maior dos remédios e a melhor das soluções. Respire fundo algumas vezes e relaxe. Pense no amor que está presente desde a atração entre os corpos celestes até as relações entre os seres humanos; nesse amor que desce das estrelas, caminha com os ventos, dá leveza às águas e beleza ao pôr-do-sol. Ame a si mesmo, a vida, a tudo...” (Saara Nousiainen)
• “A ferramenta vital para interligar os opostos chama-se amor, porque amar é buscar a unificação das pessoas e das coisas, pois ele quer fundir e não dividir.” (Hammed)

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